Não sei dizer o que é mais fofinho, se é ela sentadinha, os barulhinhos que já faz, a carinha sorridente-sem-dente de sucesso, ou quando cai de pilequinho pra trás. Acho que vou ficar com o abracinho de bochechas amassadas na mamãe! (pra quem aproveito e deixo uma questão filosófica: por quê, quando se trata dessas coisinhas gostosas, falamos tudo no diminutivo?!)
Lá vou eu filosofar…
Acho que falamos no diminutivo porque temos mais controle, conforto e poder sobre as coisas pequenas. Elas não nos ameaçam. E essas coisinhas pequenininhas como bebês não nos inspiram ameaça. Claro, ternura, amor e essas outras coisas são uma outra história, que não entra nos motivos dos diminutivos.
Pronto, já calei.
E parabéns para ela! A partir de agora, o mundo começa a ganhar uma outra perspectiva pra ela. Que vai mudar novamente quando ela conseguir ficar de pé e andar.
3 Comentários
Não sei dizer o que é mais fofinho, se é ela sentadinha, os barulhinhos que já faz, a carinha sorridente-sem-dente de sucesso, ou quando cai de pilequinho pra trás. Acho que vou ficar com o abracinho de bochechas amassadas na mamãe! (pra quem aproveito e deixo uma questão filosófica: por quê, quando se trata dessas coisinhas gostosas, falamos tudo no diminutivo?!)
Falamos no diminutivo porque ficamos maravilhados, hipnotizados e retardados na presença deles! =D
Um beiJÚ!
Lá vou eu filosofar…
Acho que falamos no diminutivo porque temos mais controle, conforto e poder sobre as coisas pequenas. Elas não nos ameaçam. E essas coisinhas pequenininhas como bebês não nos inspiram ameaça. Claro, ternura, amor e essas outras coisas são uma outra história, que não entra nos motivos dos diminutivos.
Pronto, já calei.
E parabéns para ela! A partir de agora, o mundo começa a ganhar uma outra perspectiva pra ela. Que vai mudar novamente quando ela conseguir ficar de pé e andar.
Beijos às duas!